
A Lionsgate divulgou nesta quinta-feira (6) os resultados do primeiro trimestre do ano fiscal de 2027, referente ao período encerrado em 30 de junho. O estúdio reportou receita total de 776,6 milhões de dólares, um crescimento de 47,7% em relação aos 525,9 milhões registrados no mesmo período do ano anterior.
O prejuízo líquido também diminuiu de forma expressiva: caiu para 29,3 milhões de dólares, uma melhora de 72,5% frente ao prejuízo de 106,6 milhões de dólares registrado um ano antes.
O grande destaque do trimestre foi o segmento de cinema (Motion Picture), cuja receita mais que dobrou, saltando de 267,7 milhões para 587,3 milhões de dólares. O lucro do segmento também bateu recorde histórico para um primeiro trimestre, alcançando 105 milhões de dólares, ante apenas 2,4 milhões no ano anterior.
O resultado foi puxado principalmente pelo desempenho do longa “Michael”, cinebiografia musical que já ultrapassou a marca de 1 bilhão de dólares em bilheteria mundial, tornando-se a maior arrecadação da história entre filmes biográficos musicais. O bom desempenho de “A Empregada” (The Housemaid) nos mercados auxiliares também contribuiu para o resultado.
A receita de home entertainment (vendas digitais e em mídia física) também cresceu 8,5%, para 184,1 milhões de dólares, impulsionada em boa parte pela receita digital gerada por “Michael”, que chegou às plataformas digitais em 9 de junho e teve lançamento em disco em 14 de julho.
Em comunicado, o CEO da Lionsgate, Jon Feltheimer, afirmou que a empresa segue confiante em manter um crescimento forte ao longo do ano fiscal de 2027, apontando a estratégia de franquias, o portfólio de propriedades intelectuais e a maior estabilidade trazida pela biblioteca de cinema e TV do estúdio como fatores-chave para os próximos trimestres.


